22 de julho de 2014

Setor Sucroenergético de Minas Gerais volta a ser tema no segundo semestre da ALMG

Pauta constante dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), os avanços e necessidades do Setor Sucroenergético do estado voltara à discussão no dia 14 de agosto, quando a Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial irá a campo Florido, no Triângulo Mineiro, onde realizará audiência pública para debater a situação do setor no Estado.
Requerimento do deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB), a reunião acontecerá durante a 6ª Canacampo Tech Show e faz parte também das atividades da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético de Minas Gerais. Com o objetivo de discutir os desafios e a importância da cadeia produtiva da cana e a contribuição para o crescimento do setor, a Frente foi criada em dezembro de 2013 e vem atuando desde então.
Deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB) Foto: Arquivo/ALMG

Deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB) Foto: Arquivo/ALMG

O setor sucroenergético emprega atualmente, diretamente, 2,5 milhões de trabalhadores, reunidos em cerca de 400 usinas, 80 mil fornecedores de cana e 4 mil indústrias de base, distribuídos em mais de 600 municípios brasileiros, que produzem por ano acima de 5000 hectares de cana e que faturam em torno de US$ 36 bilhões (safra 2012/13).
Minas é destaque nacional no setor, ocupando o 3° lugar no ranking de produção dos Estados na moagem de cana de açúcar e na produção de etanol. Em Minas, há 39 usinas em funcionamento, 121 municípios canavieiros, 33 municípios com unidades industrias e 890 mil hectares de cana. Em 2011 quase 80 mil pessoas foram empregadas no setor sucroenergético mineiro.
Para o deputado Arantes, o trabalho da Frente e as ações desenvolvidas pela Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial são grandes auxílios na busca pela resoluções de problemas e no desenvolvimento de possibilidades que o setor oferece. “Visamos levantar os problemas enfrentados pelo setor e lutar pela solução deles, num esforço comum em prol de uma energia ecologicamente correta e 100% renovável” – acrescentou o deputado.