28 de março de 2014

Má gestão do PT reduz pela metade valor do patrimônio dos brasileiros

A falta de planejamento e gestão do governo federal do PT tem deixado suas marcas nas mais importantes estatais do país. E engana-se quem pensa que o rastro de perdas são exclusividade da Petrobras. Nomes como Eletrobras e Banco do Brasil também amargaram enormes prejuízos desde o início do governo Dilma Rousseff. As três empresas juntas perderam nada menos do que R$ 262,1 bilhões de valor de mercado.

A queda das estatais foi de quase 53%. Ao assumir a Presidência, Dilma encontrou um cenário no qual as três empresas eram avaliadas em R$ 496,3 bilhões. Agora, elas valem menos da metade deste montante, o que demonstra a ineficiência do governo do PT em gerir o patrimônio público dos brasileiros.

O deputado Rômulo Viegas (PSDB), do Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) lamenta e exige que o governo dê explicações “mais sérias e consistentes” sobre tamanha desvalorização do patrimônio brasileiro.

Em valor de mercado, somente a Petrobras perdeu R$ 210,3 bilhões, ou seja, uma queda de 55,3% de dezembro de 2010 para cá. A maior estatal do Brasil valia R$ 380,2 bilhões e caiu para R$ 169,9 bilhões, a maior perda em valor nominal entre as três empresas públicas.

Já a Eletrobras teve a maior redução percentual. Seu valor de mercado caiu 67,5% (17,7 bilhões), saindo de R$ 26,2 bilhões para R$ 8,5 bilhões. No Banco do Brasil a perda foi de R$ 34,2 bilhões. A instituição financeira que valia R$ 89,8 bilhões há pouco mais de três anos hoje está cotada em R$ 55,6 bilhões, segundos dados da Economática divulgados pelo jornal O Globo.

“Esse governo do PT já deu o que tinha que dar. Chegamos a um prejuízo de R$ 262 bilhões nas estatais brasileiras. É um prejuízo que poderia estar aliviando as contas públicas do país e trazendo mais resultados à população”, afirmou Viegas.

 

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