30 de julho de 2013

IDHM comprova avanços alcançados por Minas Gerais nos últimos 10 anos. Estado teve resultado superior ao do Brasil

Minas Gerais avança e os resultados já podem ser medidos também no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). De acordo com o relatório divulgado na última segunda-feira (29/07) pela ONU, juntamente com o IPEA e Fundação João Pinheiro, o Estado registrou, na última década, melhoras significativas em várias áreas medidas pelo índice e alcançou o patamar de alto desenvolvimento humano.

Com o novo índice de 0,731 (ele é avaliado numa escala de 0 a 1), Minas mais uma vez sai na frente com resultados acima da média nacional (0,727), ficando entre os dez melhores colocados no ranking geral dos estados brasileiros.

 

IDHM de Minas superou a média do Brasil / Fonte: Agência Minas

Na comparação das décadas, o crescimento do IDHM entre 1991 e 2001 (gestão de Fernando Henrique Cardoso) foi de 24%. Já nos anos de 2000 a 2010, década marcada pela chegada do lulismo ao poder, a evolução foi de apenas 18,8%. Em relação ao IDH, o Brasil também registrou queda nos últimos dez anos da gestão do PT (-8%). Em 2013 o IDH brasileiro foi de 0,727 contra 0,792 registrado em 2003.

A avaliação dos estados governados pelo PT também deixou muito a desejar. À exceção do Distrito Federal, que manteve a sua posição por motivos óbvios, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul e Sergipe perderam posições no ranking do IDH. Um fiasco em termos de gestão. De cinco estados, apenas um manteve a sua posição, os outros quatro pioraram.

Destaques

Dentre os maiores destaques de crescimento em Minas, estão o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal da educação, de longevidade e o de renda. No IDHM-Educação, por exemplo, o Estado saiu de um índice de 0,470 para 0,638 entre 2000 e 2010, o que significou uma melhora de aproximadamente 36% no período.

Minas, que anteriormente ocupava uma posição de IDHM médio, agora possou para uma posição de IDHM alto. Isso demonstra um importante avanço na política de desenvolvimento socioeconômico do Estado nos últimos dez anos, desde a última publicação do índice.