26 de março de 2013

Enquanto aguarda as obras prometidas pelo Governo do PT, BR-381 continua a fazer suas vítimas

Uma morte a cada três dias. Esta trágica constatação é o balanço das vidas que foram perdidas nas curvas da BR-381 ao longo de 2012. Em um ano, 124 vítimas fatais. E o que Governo Federal do PT faz diante de um cenário caótico como este? Nada! Exatamente isso, não faz nada. A estrada, batizada de Rodovia da Morte, continua sendo sinônimo de perigo e a tão esperada duplicação tem sido mais uma promessa do PT que não sai do papel.

A Situação já está tão insustentável, que virou tema de uma reportagem especial do MGTV 2ª edição. Repórteres percorreram a estrada e viram de perto os problemas enfrentados por quem trafega e mora próximo à Rodovia da Morte. São acidentes atrás de acidentes num trecho de pista simples, com traçado antigo, curvas acentuadas e asfalto completamente danificado, que vai de Belo Horizonte à Governador Valadares.

Seja por descaso, negligência ou incompetência, o fato é que há anos o Governo Federal vem prometendo tirar as obras da 381 do papel, mas não conseguiu nem liberar o edital de licitação. Enquanto isso, o dinheiro do contribuinte é utilizado em outras demandas que não são às da população.

“O gasto da comitiva da Dilma à Roma, por exemplo, já poderia ser utilizado para o início das obras da BR-381, a rodovia da morte”, afirmou o deputado Rômulo Viegas (PSDB), vice líder do Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Somente a a viagem da presidente Dilma Rousseff ao Vaticano para a missa inaugural do papa Francisco custou aos cofres públicos cerca de R$ 324 mil. A comitiva presidencial contou ainda com três ministros e um embaixador, conforme noticiou a revista Exame.

Adiamento

A reportagem do MGTV ainda lembrou a entrevista dada pelo ministro Paulo Sérgio Passados, em 31/10/2012, garantindo a liberação do edital para a extensão de 100 quilômetros da BR-381. Na ocasião o ministro afirmou que “no começo do ano de 2013 temos máquinas na pista fazendo a duplicação”. Pois é, 2013 já começou há praticamente quatro meses e até agora não se viu máquinas, não se viu obras, não se viu duplicação. O PT precisa sair do campo das promessas e partir para a execução.