7 de março de 2014

Cidade Administrativa completa 4 anos: sede do Governo apresentou economia de R$ 121 milhões para o estado em 2013

Na última terça-feira (04/03) A Cidade Administrativa Tancredo Neves completou, no dia 04/03, quatro anos de funcionamento. O aniversário da sede do Governo do Estado traz consigo motivos de sobra para comemorar. Concebida e inaugurada na gestão de Aécio Neves e Antonio Anastasia, a Cidade Administrativa cumpre seu papel em eficiência de gestão e economia. Só em 2013, com a manutenção dos serviços da administração estadual, foi apresentado uma economia de R$ 121 milhões. A economia compara os gastos de manutenção dos serviços no ano passado com aqueles registrados em 2009, quando o Governo de Minas operava com estrutura descentralizada em vários endereços. Esse desempenho indica o alcance de 100% da meta de economia projetada com a implantação da sede, instalada no bairro Serra Verde e que abriga 52 órgãos e entidades do Estado.
Desde sua instalação, em 2010, o complexo administrativo vinha registrando anualmente economia crescente com os custos de manutenção, sempre na casa dos 90% do projetado. “No ano passado, atingimos a meta, o que indica o acerto do modelo de gestão que vem sendo adotado”, argumenta a intendente da Cidade Administrativa, Fernanda Girão.
A economia obtida é resultado da centralização de diversos serviços: rede de dados e telecomunicações, água, energia, conservação e limpeza e o fim do  pagamento de aluguéis, entre outros. A infraestrutura do complexo, que abriga 17.178 servidores e um público flutuante médio de 2 mil visitantes por dia opera com modelo otimizado para vários serviços que, sob o novo modelo de gestão centralizado vêm registrando redução nos respectivos custos de manutenção.
Para os próximos anos, a economia gerada pela Cidade Administrativa deve crescer, com a entrada em operação, a partir de junho deste ano, do Centro de Serviços Compartilhados (CSC), que vai centralizar em uma única estrutura processos administrativos e operacionais como a execução de despesas, gestão de compras, patrimônio e repasse de recursos de saída e gestão de viagens a serviço. A iniciativa trará economia prevista de R$ 16 milhões por ano, a partir do início da operação.
Outra iniciativa para otimizar o funcionamento da Cidade Administrativa refere-se à construção do Prédio de Serviços, cujas obras foram iniciadas em novembro do ano passado e que vai reunir  em um só local os escritórios centrais da Polícia Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e as centrais de monitoramento. O prédio de quatro andares ficará próximo ao estacionamento de visitantes e terá 12 mil metros quadrados de edificação e 19,5 mil metros quadrados de área de subsolo e estacionamento.
A Cidade Administrativa oferece infraestrutura moderna e eficiente para servidores e visitantes que inclui estacionamento com capacidade para 3.694 veículos e 430 vagas para motos. E ainda, oito restaurantes e 52 refeitórios para alimentação.
Para o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Dinis Pinheiro (PP), a Cidade Administrativa representa comprometimento e uma série de acertos. “A economia alcançada comprova o acerto da decisão do Governo de Minas em construir a Cidade Administrativa. Deve-se levar em conta, ainda, os ganhos de gestão obtidos pela máquina pública, pela maior comunicação entre os servidores e gestores das diversas secretarias e órgãos, alojados em um mesmo espaço. A construção da Cidade Administrativa se insere no conjunto de iniciativas adotadas em Minas nessa última década e que colocam o estado na vanguarda da gestão pública moderna e comprometida com o bem estar da população” – afirmou o deputado.
Para presidente da ALMG, dep. Dinis Pinheiro (PP) a Cidade Administrativa representa acertos, economia e comprometimento com a população

Para presidente da ALMG, dep. Dinis Pinheiro (PP) a Cidade Administrativa representa acertos, economia e comprometimento com a população

A implantação da Cidade Administrativa também contribui para o desenvolvimento da região onde está instalada, no Vetor Norte da capital mineira, área com abrangência de 15 municípios. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), nos últimos três anos foram assinados, com assistência do Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), 88 protocolos de intenções com o Governo de Minas, totalizando R$ 3,474 bilhões em investimentos na região. Esses protocolos representam a geração de mais de 12 mil empregos diretos e 16 mil indiretos. Entre os setores estão eletroeletrônica, alimentos, bebidas, automotivo, biotecnologia, comércio e aeronáutica, entre outros.
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